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Encontro Brasileiro de Autos Antigos

Em sua 5ª edição, evento reuniu milhares de amantes de automóveis e produtos raros.

Águas de Lindoia, uma pequena e charmosa cidade, localizada no Circuito das Águas, no interior de São Paulo, com 20 mil habitantes, recebeu pelo quinto ano, nesse final de semana prolongado, devido ao feriado do Dia do Trabalhador, o Encontro Brasileiro de Autos Antigos (EBAA). A Praça Adhemar de Barros ficou repleta de raridades em exposição e à venda. Segundo os organizadores, mais de 500 mil visitantes passaram pelo evento nos quatro dias de feira. Carros clássicos, originais, restaurados, hot roads foram colocados ao longo da área de 80 mil M². Já os caminhões e ônibus ficaram expostos no entorno da praça.

A reportagem do VIROU NOTÍCIA foi convidada pelo expositor Anderson Cerqueira para acompanhar os quatro dias de evento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos oitocentos carros expostos, outro atrativo do evento, criado por dois aficionados por carros antigos – Mingo Abonante e Júnior Abonante (pai e filho), foi a variedade de antiquários. Era possível, por exemplo, comprar por R$ 150 e em ótimo estado de conservação,  um aparelho de som que reproduz fita cassete. Vinil, jogos como Atari, bicicletas, aparelhos de telefone, relógios e óculos de época, também chamaram a atenção dos frequentadores do evento.

Anderson Cerqueira (morador de Santa Luzia) e o primo Dênio, também apaixonados por carros antigos, são comerciantes natos e participaram do encontro pela quinta vez consecutiva. Na Auto Peças Coliseu, eles expuseram peças raras e originais de época, como faróis, lanternas, velocímetros, volantes e emblemas. O preço de itens raros, como o par de lanternas de Opala, custa a bagatela de R$ 500.

 

 

 

 

Durante os quatro dias, Anderson – com todo o traquejo de comerciante e conhecedor do estoque – atendia aos clientes com muita disposição e atenção. Já Dênio, intercalava entre atender os clientes e “garimpar” outras peças com os expositores, afim de formar pares raros de lanternas, por exemplo. “Eu fico mais rodando na feira pra buscar peças que, às vezes a gente tem só um lado e o outro expositor tem o que a gente precisa. Negociamos e formamos os pares o que, sem dúvida, aumentam as chances de venda”. Já Anderson garantiu que não faltam clientes na exposição. “As pessoas saem de casa com a certeza de que irão conseguir comprar o que precisam. Geralmente quando não temos a peça que os clientes procuram na barraca, temos no estoque e acabamos negociando posteriormente e enviando pelo Correio. É um evento que gera muitos negócios depois”, disse Cerqueira – que mantém uma loja virtual em um site de compras na internet.

 

Fotos: Ramon Damásio/VN

 

 

 

 

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