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Ministério Público instaura Inquérito Civil para apurar possíveis irregularidades na administração pública

Denúncias são de supostas doações irregulares na campanha eleitoral e superfaturamento na Expo Santa Luzia

A 6a. Promotoria de Justiça instaurou Inquérito Civil (IC) no último dia 27, para apurar supostas doações irregularidades na campanha eleitoral da então prefeita Roseli Pimentel (PSB) e superfaturamento em serviços prestados à prefeitura pelas empresas Comunicasom Promoções Ltda ME e Nova Geração Produções Ltda. Essas empresas prestaram serviços para o evento Expo Santa Luzia ocorrido de 29 de julho a 2 de agosto.

O Virou Notícia obteve cópias dos contratos e entrou em contato com Antônio Carlos Vieira, proprietário da empresa Nova Geração que venceu a licitação e forneceu locação de palcos, camarins, galpões, arquibancadas, tendas, rádios de comunicação e detectores de metal. Ele garantiu que não houve superfaturamento no contrato que girou em torno de R$ 874 mil. “Minha empresa fez tudo de acordo com as exigências do projeto do Corpo de Bombeiros. Não teve na fora das conformidades. Estamos prontos para prestar esclarecimentos ao MP, se for necessário”, afirmou.

Já Deodoro C. Neto, proprietário da Comunicasom – empresa que forneceu geradores de energia, iluminação e som, com valores que ultrapassaram R$ 213 mil – afirmou que a denúncia não procede. “Tenho 40 anos no mercado, não tenho nada a temer. Tenho todas as notas Fiscais da Expô Santa Luzia. Ganhei a licitação de gerador, som e iluminação. A prefeitura fez um pedido e eu tenho esse documento”, disse.

Deodoro salientou ainda que está à disposição para prestar esclarecimentos ao MP. ” Até gostaria de ser chamado para falar. Não tenho nada a temer. Só pra ter uma ideia, nunca conversei com a prefeita, pelo contrário, ainda tenho valores a receber da prefeitura com relação a outros eventos que prestei serviço para administração e ainda não consegui empenhar, por conta dessas mudanças constantes na administração”, garantiu.

Os valores, segundo consta nos contratos assinados pelo secretário de Cultura à época, Carlos Novy, foram pagos pelo Fundo Municipal de Cultura.

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