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Luzienses em busca de combustível

Sábado foi dia de muitas filas. Gasolina era vendida a R$ 4,20

Apesar da greve ter sido encerrada na noite dessa sexta-feira (8), dos dez postos de Santa Luzia, pelo menos cinco ficaram sem combustível neste sábado (9).

Nossa reportagem percorreu a cidade e flagrou imensas filas que se formavam próximas aos postos que ainda tinham gasolina e etanol.

 

 

 

 

 

 

 

“Absurdo o pessoal reajustar o preço porque houve a greve. A gente não tem outra saída, o jeito é aguardar na fila e pagar mais caro”, lamentou Rodrigo Santos que trabalha em um aplicativo.

 

 

 

 

 

 

“A expectativa é de que comece a regularizar a situação até segunda-feira. Aqui no posto vendemos todo o estoque. Só tem gás natural e Diesel S10”, disse Agmar, gerente do Posto São Cristóvão localizado na avenida das Indústrias.

Fotos: Ramon Damásio/VN

 

 

 

 

 

 

 

Em um posto na avenida Brasília, próximo ao Conjunto Cristina, flagramos uma cena curiosa.  Clientes à pé, em fila e com galões em frente a uma bomba, aguardavam para comprar gasolina. De acordo com o gerente, apesar de o estabelecimento estar fechado para entrada de veículos, foi vendido o resto do combustível em pequenas quantidades. “Resolvemos vender o restinho que ainda tem. O pessoal tá vindo com galões e levando pequena quantidade”, disse.

 

 

 

 

 

 

FIM DA GREVE

De acordo com o Sindtanque, o protesto, que começou na última quinta-feira, era contra os sucessivos aumentos de gasolina, diesel e gás de cozinha e também contra um projeto de lei em Minas que prevê o aumento do ICMS de combustíveis. Sobre os preços abusivos, o Minaspetro informou que não monitora a política de preços praticados pelos postos porque “o preço dos combustíveis no Brasil é livre. Cada empresário define o valor do produto revendido em seu estabelecimento”.

 

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